Ex-Treyarch diz que lucros com ports de Black Ops deixam criadores sem nada
Gavin Goslin criticou como Activision e Microsoft lucraram com as versões de PlayStation de Black Ops 1 e 2; as ports venderam mais de 11 milhões de cópias, segundo reportes.
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- Ex-Treyarch critica os ports
- Ports de Black Ops somam 11M em PS4/PS5
- Empresa lucra; criadores sem participação
Gavin Goslin, que trabalhou na Treyarch nas eras originais de Call of Duty: Black Ops e Black Ops II, afirmou que é “amargo” ver as recentes versões para PlayStation fazerem tanto sucesso enquanto os criadores originais não recebem compensação adequada. A crítica do desenvolvedor foi relatada por veículos de imprensa especializados.
Segundo a GameSpot, Activision lançou ports de Black Ops (2010) e Black Ops II (2012) para PlayStation — nas versões para PS4 e PS5 — e as duas edições combinadas venderam mais de 11 milhões de cópias nas plataformas. Goslin disse que assistir a esse desempenho “é difícil” quando quem criou o jogo não vê retorno, e que as empresas responsáveis estão “imprimindo dinheiro” sobre trabalhos feitos há mais de uma década (tradução livre).
A reclamação de Goslin reaparece no debate sobre créditos e participação financeira de equipes que trabalharam em jogos antigos que voltam a gerar receitas com relançamentos, remasterizações ou ports. Os relatos não indicam mudanças contratuais ou pagamentos extras para os desenvolvedores citados; as matérias que cobriram as declarações não trazem confirmação oficial de Activision ou Microsoft sobre redistribuição de receitas.
O caso mostra como ports bem-sucedidos podem reacender discussões sobre direitos autorais, remuneração e reconhecimento dentro da indústria — especialmente quando títulos antigos voltam a gerar receitas significativas nas novas plataformas.
Fontes
- GameSpotveículo
- Video Games Chronicleveículo
- Eurogamerveículo
Texto escrito pela redação do notg. com apoio de IA a partir das fontes acima. Como fazemos notícias.