Analista diz que mercado de consoles nos EUA está 'mais precário desde os anos 80'
Relatórios da Circana, noticiados pela VGC e Eurogamer, apontam vendas fracas do Xbox e preços recordes de consoles — parte do problema é falta de memória por causa de data centers de IA.
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- Analista: mercado dos EUA mais frágil desde anos 80
- Vendas do Xbox em mínimo histórico
- Preços altos por escassez de memória para IA
Relatórios recentes, reunidos por veículos como Video Games Chronicle e Eurogamer, indicam que o mercado de hardware para consoles nos Estados Unidos atravessa sua fase mais frágil desde os anos 1980. A avaliação vem de analistas da Circana e foi destacada em matérias que citam pesquisas de vendas e preços.
Segundo as reportagens, as vendas do Xbox atingiram um patamar historicamente baixo, enquanto os preços dos consoles — incluindo PS5 e Xbox Series X/S — chegaram a níveis recordes em vários mercados. A Eurogamer atribui parte dessa pressão de custo a uma disputa por chips de memória: data centers voltados a inteligência artificial estariam consumindo grande parte desses componentes, elevando preços para fabricantes de consoles.
A constatação do analista é direta: "The US hardware market has not been in a more precarious position since the early 80s" (tradução livre). As matérias não apresentam números oficiais de vendas ou projeções futuras além dessas observações, mas ressaltam a combinação de queda na demanda e aumento de custos como fatores centrais.
Ainda não há comunicado oficial das fabricantes sobre medidas específicas para reverter a tendência. Os textos do VGC e da Eurogamer trazem a análise do cenário a partir de dados e comentários de mercado, sem anúncio de ações de empresas ou cronograma de mudança.
Para leitores e compradores, o quadro significa que oferta e preço seguem sujeitos a pressões externas — sobretudo pela competição dos setores de IA por componentes essenciais.
Fontes
- Video Games Chronicleveículo
- Eurogamerveículo
Texto escrito pela redação do notg. com apoio de IA a partir das fontes acima. Como fazemos notícias.